Londres, 1 abr (EFE).- O presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Max Mosley, continua sem se pronunciar publicamente após o escândalo que começou quando o tablóide britânico "News of the World" publicou imagens do dirigente em meio a uma orgia com estética sadomasoquista.
Apesar de Mosley manter o silêncio parece que o presidente da FIA não pensa em renunciar e já entrou na Justiça contra a publicação britânica.
O tablóide divulgou trechos de um vídeo no qual é possível ver, segundo a publicação, Mosley participando de uma "orgia depravada ao estilo nazista com cinco prostitutas em uma masmorra de tortura".
Um porta-voz da FIA disse à agência de notícias britânica "Press Association" que não sabia quais seriam os planos do presidente da FIA após o escândalo.
"Entendemos que sua agenda desta semana se concentrou principalmente em reuniões com seus advogados após o publicado. Nós não temos nada que acrescentar sobre este assunto. Trata-se de uma questão particular entre Mosley e o tablóide", disse a fonte.
Já o chefão da F-1, Bernie Ecclestone, disse que Mosley deverá fazer "o que considerar correto, já que é o único envolvido, não a FIA", publica o jornal "The Times". EFE prc/fal