Esta carta de intenções servirá para encontrar um terreno, que pode não ser o tão cogitado na Marginal Tietê - dependerá das negociações do consórcio, que buscará créditos para investimento. O consórcio terá de apresentar até a data estipulada no contrato um terreno, o aval dos órgãos públicos e um projeto para a diretoria corintiana aprovar.
O presidente Andrés Sanchez havia dito no último mês que o estádio do Corinthians estava "mais perto do que o torcedor podia imaginar". No entanto, apenas agora, com a parceira com o consórcio, é que o clube começa a correr atrás de fundos para a obra.