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Hoje em esportes
Vento forte preocupa competidores da Volvo Race
(Segunda-Feira, 26 de Dezembro, 09h47)
LANCE!
 

Os tripulantes dos barcos da Volvo Ocean Race, a regata de volta ao mundo, passaram o Natal preocupados com a ventania. Os ventos sopraram a 40 nós (70 km/h) no fim de semana na Cidade do Cabo, África do Sul, onde começa a segunda perna da prova, no dia 2 de janeiro - antes, acontece a regata in-port, hoje.

Para o comandante do Brasil 1, Torben Grael, o limite de vento para que os barcos possam fazer hoje a regata in-port com segurança é de, no máximo, 30 nós. A prova, com cerca de 64 quilômetros, começa às 9 horas (horário de Brasília), na Table Bay, a baía da Cidade do Cabo.

A previsão do tempo é de 25 nós hoje, o que indica que a regata in-port será rápida. “Vai ser bem emocionante. Mas uma regata perigosa, com riscos de as pessoas se machucarem, de bater barco contra barco. Será importante largar bem, não errar manobras. E essa regata no porto vale metade dos pontos daqui a Melbourne”, disse Torben Grael, o comandante do barco brasileiro. “Acho que não tem um favorito aqui.”

A segunda perna da Volvo é uma etapa em que estarão em jogo muitos pontos: 3,5 para quem vencer a in-port, 7 para o ganhador do percurso e mais 3,5 para quem passar primeiro nos portões.

A maioria das tripulações recebeu as famílias para o Natal. Com isso, uma mistura de culturas e tradições invadiu a marina de Waterfront, o complexo náutico em que acontecerá a abertura da segunda fase da regata de volta ao mundo - os velejadores do Brasil 1 fizeram a ceia no hotel, em Green Point.

Ontem foi dia de folga. Após a regata local na segunda-feira, os sete barcos que estão na volta ao mundo seguem no dia 2 de janeiro para a segunda perna da Volvo Ocean Race, pelos mares do Sul, até Melbourne, na Austrália. Até lá, serão dois portões de pontuação, nas Ilhas Kergulen, perto do Pólo Sul, e Eclipse, na costa australiana.

O Brasil 1 ficou fora da água por 17 dias, desde 2 de dezembro, quando chegou à Cidade de Cabo depois de partir de Vigo, na Espanha - percurso da primeira perna da Volvo, em que o representante brasileiro ocupa o segundo lugar na classificação (10,5 pontos), atrás apenas o holandês ABN Amro 1 (11,5 pontos).

Nesse período parado, a equipe de terra do Brasil 1, do francês Hervée Le Kuillec, praticamente “desmontou” o veleiro. “Tratamos de reforçar tudo. Não tivemos muitas quebras, mas levamos em conta as quebras dos outros barcos na primeira perna”, contou Torben Grael.

O veleiro brasileiro sofreu reforço na fixação do sistema hidráulico e nos anteparos (parede transversal). Mesmo porque, dois barcos, o espanhol Movistar e o norte-americano Piratas do Caribe, não completaram a primeira perna por avarias. Além deles, participam da Volvo o ABN Amro 1 e 2 (ambos da Holanda), o Ericsson (Suécia) e o Brunnel (Austrália).

 
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