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Mais uma marca importante de Roger pelo Fluminense. Após o gol do título da Copa do Brasil de 2007, o ídolo da torcida completa nesta terça-feira, diante do Atlético Nacional (COL), 100 jogos com a camisa tricolor. Considerado um exemplo por seus companheiros, ele mantém a mesma personalidade em casa.
Pai de Júlia, de 2 anos, e Gabriela, que ainda está à caminho, Roger faz questão de reservar seus raros momentos de folga para cuidar da família. Ninguém melhor do que Camile, esposa há 13 anos, para entregar o jogo e revelar o estilo caseiro do jogador.
– Quando ele tem folga, dedica todo o tempo para a família. O mais legal dele é quando vem para casa e, mesmo ficando longe por muitos dias, não dá moleza para a Júlia. Quando precisa, dá bronca nela. Isso é bom: não fico como a bruxa da história (risos) – afirmou Camile.
Roger concordou que não pode deixar a distância atrapalhar a educação da filha. Para o zagueiro, é importante aproveitar ao máximo o tempo que tem com a família. Assim como faz no clube (é um dos primeiros a chegar e quase sempre o último a sair).
– Hoje o futebol não me permite tanto isso. Mas o importante não é a quantidade das horas que fico com elas. Mas a qualidade – disse.
A dedicação que tem em casa, Roger mantém no Fluminense. O experiente jogador, que conquistou uma Libertadores pelo Grêmio (justamente sobre o Atlético Nacional na final), serve de referência aos companheiros. Um líder do grupo e um exemplo a ser seguido.
– Roger é um paizão por natureza. Cuidava dos irmãos e dos sobrinhos. A preocupação dele é educar pelo exemplo. No melhor estilo “faça o que faço” – lembrou Camile.
10:05 06/05/2008