Assunção, 6 mai (EFE).- O jogador brasileiro Charles da Silva negou hoje que ele e seus companheiros do Sportivo Luqueño, do Paraguai, tenham recebido US$ 50.000 do São Paulo para vencer o Audax Italiano, do Chile, na última rodada do Grupo 7 da Copa Libertadores.
O Luqueño goleou o Audax por 4 a 1 no dia 23 de abril. O resultado classificou o time brasileiro e o Atlético Nacional, da Colômbia, para as oitavas-de-final.
Charles foi acusado pelo jornal paraguaio "Abc Color" de ser o intermediário da negociação. Entretanto, negou que o clube tenha recebido dinheiro. Além disso, afirmou que não aceitaria a proposta, pois saiu de forma tumultuada da equipe paulista.
Em declarações a emissoras de rádio de Assunção, o atacante afirmou que segue em litígio com os dirigentes do São Paulo. O clube paulista estaria lhe devendo cerca de US$ 2 milhões.
O zagueiro Diego Martínez, capitão do Luqueño, também negou o suposto incentivo e afirmou que "tudo deve ser provado".
No entanto, o presidente do clube paraguaio, Ramón González, afirmou que viu jogadores do Luqueño "felizes e com dólares na mão".
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