A primeira medida foi mudar o hotel em que a delegação vai ficar. E não só pelo medo de que os atletas passem mal com a alimentação do local. "Não ficaremos no mesmo local em que fomos desrespeitados", reclamou Genaro Marino, diretor de futebol. "O diretor do hotel, na hora em que íamos para o jogo, parou o carro em frente do nosso ônibus e ficou lá conversando. E a polícia só olhando", lembrou.
Além da mudança de hotel, o Palmeiras levará para o Recife seguranças a mais e uma nutricionista, para fiscalizar a comida que será servida ao elenco. No jogo de 30 de abril, os paulistas sofreram com a torcida adversária. "Os batedores (da polícia) erraram o caminho do estádio”, recordou Marino. E, ao chegar à Ilha do Retiro, o ônibus alviverde foi recepcionado com uma bomba - que explodiu perto de uma janela, estilhaçando o vidro, mas sem ferir ninguém.