Diego Souza teve uma grande atuação, talvez a melhor em seus 16 meses de Palmeiras. Chamou a responsabilidade e, bem ao seu estilo, arriscou as arrancadas rumo à área adversária. E, assim, fez um golaço, o segundo da vitória palmeirense. "Estamos todos de parabéns, lutamos e corremos muito. Não tenho palavras para dizer o quanto estou feliz", disse o meia, que agora tem oito gols na temporada.
Diego Souza era o retrato de um time que estava concentrado neste jogo havia 36 dias. Todos os jogadores só falavam em Sport. E quando entraram em campo, mostraram que sabiam todos os pontos fracos do rival. Fizeram tudo o que o técnico Vanderlei Luxemburgo mandou. "Nós jogamos como se joga Libertadores, como os adversários jogam na nossa casa, no contra-ataque", disse o goleiro Marcos.
Apesar da baixa média de idade - com exceção dos trintões Marcos e Edmílson, todos os titulares têm menos de 25 anos -, o Palmeiras ignorou a pressão da torcida rival e em vários momentos apresentou-se como uma equipe experiente, catimbeira. "Nossa proposta de jogo funcionou, e o time se apresentou bem", resumiu o meia Cleiton Xavier.