LANCEPRESS
Uma dor de cabeça básica para os técnicos, em um Campeonato Brasileiro de pontos corridos, são os desfalques durante a competição.
Até o momento, este problema parece não ser tão relevante para o Cruzeiro. Quando o treinador Adilson Batista necessita dos jogadores reservas, seja por lesão, suspensão ou convocação de algum titular para Seleções, caso de Ramires na Seleção Olímpica, a resposta dos reservas tem sid positiva.
Apesar da ótima seqüência celeste no Brasileiro, de quatro vitórias consecutivas, o comandante celeste teve problemas para escalar a equipe neste período. Na vitória sobre o Fluminense, o zagueiro equatoriano Espinoza foi poupado, mas Thiago Martinelli ocupou bem a vaga do capitão celeste.
Depois desta partida, o técnico Adilson perdeu o volante Fabrício, com um estiramento muscular na panturrilha. Para a vaga dele, o técnico optou por Henrique, que ainda não havia conquistado a confiança da torcida. Mas, contra o Náutico, o volante foi um dos melhores em campo e marcou um golaço, o terceiro na vitória por 4 a 2.
No último confronto celeste, contra o Internacional, a Raposa não contou com o maestro da equipe, Wagner. Gerson Magrão foi chamado para substituir o camisa 10 e não decepcionou. Magrão abriu o placar da partida, logo aos três minutos.
– Todo mundo tem entrado bem. O grupo está unido. Para sermos campeões, isso será muito importante – disse Gerson Magrão. Para a partida contra a Portuguesa, Adilson não contará com o artilheiro Guilherme, suspenso pelo terceiro amarelo. O substituto do atacante ainda não está confirmado, mas, a julgar pelo que vem acontecendo, já entra credenciado a ser um dos personagens da partida.
– O Cruzeiro tem provado que tem um grupo forte e, para ser campeão, precisa disso – finalizou o técnico Adilson Batista.
16:48 09/08/2008