Por Alastair Himmer
PEQUIM (Reuters) - Serão necessários nervos de aço neste
domingo, quando o time norte-americano masculino de basquete
entrar em quadra para enfrentar os anfitriões dos Jogos
Olímpicos em um jogo de abertura de arrasar quarteirão.
"Enfrentar a China no primeiro jogo, não sei se poderia ser
melhor do que isso", disse o técnico americano, Mike
Krzyzewski, antes da partida pelo Grupo B. "Só espero que não
estejamos muito nervosos. Acho que (enfrentar a China) pode
ajudar a nos preparar para o resto da competição."
O time americano ainda amarga o bronze conquistado em
Atenas-2004 e no Mundial de dois anos atrás, mas acredita que,
no geral, está mais preparado agora.
"Sabíamos que não estávamos preparados em 2004", disse à
Reuters Nate McMillan, assistente-técnico dos Estados Unidos.
"No passado nos preparávamos por duas ou três semanas para os
Jogos. Dessa vez, nós nos preparamos por três anos."
"Não posso imaginar o que (os ex-técnicos olímpicos) Chuck
Daly e Larry Brown tiveram que passar anos atrás. Não diria que
nós não levávamos a sério, mas, no passado, fazíamos daquela
forma e vencíamos. Mas outros países estão melhores agora."
OS MAIORES RIVAIS
Os espanhóis campeões mundiais e os argentinos medalhistas
de ouro na Olimpíada devem ser os maiores rivais dos Estados
Unidos em sua luta pelo título dos Jogos de Pequim.
Paul Gasol lidera os espanhóis contra a Grécia na estréia
pelo Grupo B, e, pelo mesmo grupo, a Alemanha pega a Angola.
A campeã européia Rússia estréia na competição contra o
Irã, no Grupo A, enquanto a Argentina enfrenta a Lituânia.