LISBOA (AFP) - O presidente do Boavista, Joaquim Teixeira, renunciou ao cargo depois de seu rebaixamento para Segunda Divisão devido a seu envolvimento no escândalo de corrupção no futebol português, conhecido por "apito de ouro".
Em declarações à televisão portuguesa RTPN, Teixeira explicou que jogava a toalha "para deixar o lugar para alguém que se sinta capaz de assumir o destino do clube", que também enfrenta uma grave crise financeira, que não lhe permite pagar os salários dos jogadores há vários meses.
O conselho de administração suspendeu sua renúncia, que tinha apresentada em protesto contra o não pagamento dos salários dos jogadores, até o resultado do julgamento da apelação apresentada ao Conselho de Justiça da federação Portuguesa.