Início     China 2008     Futebol     Automobilismo     Tênis     Basquete     Vôlei     Atletismo     Aventura     Outros     Mais  
Hoje em esportes
Governo e atletas discutem mudanças na lei
(Seg, 12 Mai, 04h27)
LANCE!
 

LANCEPRESS

Governo Federal e Sindicato dos Atletas estão unidos para mudar a Lei Pelé. Nesta segunda-feira, o ministro do Esporte, Orlando Silva Júnior, e o presidente do sindicato, Rinaldo Martorelli, se reuniram para discutir possíveis alterações no texto da lei, vigente há dez anos.

A principal conclusão do encontro foi sobre a idade para transferência de jogadores para o exterior. Governo e sindicato pretendem sugerir à Fifa a mudança da idade mínima de transferência internacional de 18 para 21 anos. Além, disso, querem estender o primeiro contrato profissional do atleta de três para cinco anos.

- Pretendemos sim apresentar uma proposta à Fifa para que mudem o regulamento. Afinal, a Fifa determina uma idade de “formação” do atleta, que corresponde dos 12 aos 21 anos. Então por que ele já pode deixar o país aos 18? São três anos a menos para o jogador amadurecer no Brasil e os clubes atraírem torcida e patrocinadores com seus craques – ponderou Orlando Silva Júnior.

Rinaldo Martorelli ficou satisfeito com o encontro. Segundo ele, o mais importante foi o comprometimento com a causa mostrado pelo ministro do Esporte. Porém, o presidente do Sindicato dos Atletas criticou a postura da CBF em relação aos clubes e jogadores.

- A CBF baixa resoluções que não têm valor juridico algum. Já baixaram resoluções sobre pagamento de salários em dia, cumprimento dos contratos, mas nada é prático. Enquanto não fizerem isso, que é básico, é óbvio que qualquer jogador sai do país, nem que seja para o Camboja – disse Martorelli.

Outro ponto em comum tratado pela dupla diz respeito à formação dos jogadores. Tanto para Orlando Silva quanto para Martorelli, a Lei Pelé precisa garantir um crescimento intelectual dos jogadores.

- Queremos capacitar o atleta. Num segundo momento, queremos mudanças. Ainda é uma teoria muito incipiente, mas o jogador precisaria ter segundo grau completo, noções de direito, administração, fisiologia e tudo mais relacionado ao esporte. Tudo para que ele possa seguir a vida após o futebol. Antes temos que fazer algo para conscientizar os atletas de que este conhecimento é necessário – idealizou Martorelli.

16:15 12/05/2008

 
 Últimas notícias
Seleção francesa de handebol vence mais uma
Zimbabuana bate recorde nos 100m costas
Trickett leva o ouro nos 100m borboleta; Gabriella fica em 7o
Kitajima quebra o recorde dos 100m peito e leva ouro
Japonês leva ouro nos 100m peito

Envie por e-mail Envie por e-mail