"Toda a terra que vamos utilizar nesse primeiro momento, e que já está lá no CT, foi doada. Têm muitos prédios sendo levantados no Tatuapé (zona leste da capital) e sobra muita terra", contou André Luiz de Oliveira, diretor administrativo. "Como eles não têm para onde levar, fomos até algumas empresas e pedimos a doação. Eles aceitaram", completou. Ele comanda o projeto do CT ao lado do médico Joaquim Grava.
Oliveira não revelou os nomes dos doadores e nem quanto de terra o clube recebeu ou vai precisar na primeira parte da obra. Num primeiro momento, o terreno será murado - hoje é aberto e torcedores têm acesso aos treinos - e será iniciada a fundação (obra de sustentação) das futuras instalações.
A terra será usada para uma nova terraplenagem, que já havia sido feita no início da década, quando o terreno foi concedido pelo governo estadual.
INVESTIDORES - Segundo o presidente Andrés Sanchez, o clube busca investimento para a conclusão da obra - que prevê um CT com hotel e até heliponto - com os atuais patrocinadores e com outras empresas que querem associar o nome ao projeto. Uma das propostas enviadas aos pretendentes é que eles associem sua marca ao nome do CT, em prática chamada de "naming rights".