LANCEPRESS
Ficou para esta quinta-feira a revelação de detalhes sobre o caso de doping no jogo Esportivo 1 x 2 Grêmio, dia 21 de fevereiro. A Federação Gaúcha de Futebol informou que o formulário a ser enviado pela CBF não chegou.
Com isso, continuam as especulações sobre quem seria o jogador envolvido. Naquele jogo, que o Grêmio venceu de virada com gols de Roger, cederam urina no exame antidoping Rodrigo e Juliano, do Esportivo, e Tadeu e o próprio Roger, do Tricolor.
Nesta quarta-feira, o supervisor do Esportivo, o ex-jogador Caio, garantiu que Rodrigo não tomou nenhuma medicação naquele período e Juliano teve um resfriado que foi controlado com aspirina.
Com isso, cresceram as suspeitas de que o jogador envolvido pertence ao Grêmio. Roger, por ter um problema de inflamação na planta do pé esquerdo há bastante tempo, foi citado como suspeito, em programas de debates esportivos das rádios locais.
No final da tarde, o diretor-médico do Grêmio, Márcio Bolzoni, pediu que o caso seja tratado pela imprensa “de forma respeitosa”. Segundo ele diz ter sido informado pela FGF, a substância encontrada na urina do jogador em questão nem configura doping.
- O que se diz é que se trata de uma substância atípica. Além do mais, Roger não fez uso de nenhum remédio na época. Quanto a Tadeu, recebeu na véspera do jogo um relaxante muscular permitido – disse Bolzoni.
Na verdade, algumas substâncias são proibidas não por serem estimulantes, mas por mascararem o uso de outras, estas sim consideradas doping. Exemplos: os remédios de prevenção da calvície. Pelo uso deles, Marcão, do Inter, e Romário, então no Vasco, foram suspensos.
18:00 16/04/2008