Segundo o dirigente boliviano, o presidente da CBF teria reconhecido não ter motivo para criar uma divisão entre os países sul-americanos por causa da polêmica, mas afirmara que sofre com a pressão dos clubes do Brasil - entre os quais o Flamengo, primeiro a reclamar com mais veemência das partidas em locais de grande altitude.
A assessoria de imprensa da CBF esclareceu, no entanto, que a informação não procede e que Ricardo Teixeira mantém sua posição contrária à realização de jogos internacionais em cidades com altitude superior a 2.750 metros, conforme já foi determinado pela Fifa.