Madri, 21 mai (EFE).- Ramón Calderón, presidente do Real Madrid, saiu hoje em defesa das acusações de assédio ao meia-atacante português Cristiano Ronaldo, feitas pelo Manchester United, e disse que não fará nada contrário à vontade do clube inglês.
O Manchester divulgou hoje um comunicado expressando sua irritação com o caso e lembrando que, como o jogador tem contrato ainda vigente, pode levar o problema à Fifa.
Calderón, por sua vez, afirmou que o Real não quer arrumar problemas com o clube, atual vencedor da Liga dos Campeões.
"Não fizemos nem nunca vamos fazer nada contra a vontade de um clube amigo como o Manchester. O Real Madrid não tem nada a ver com este assunto. A relação é magnífica e não vamos entrar em conflito, assim como gostaríamos que não fizessem algo assim conosco", disse.
"Se um clube não quer vender a um jogador, por que vamos insistir? Sabemos que o Manchester não fará negócio e não temos nada a dizer. É um problema entre o jogador e sua equipe", comentou.
Ramón Calderón afirmou que o clube não se sente pressionado pela necessidade de contratar, pois é o atual bicampeão espanhol.
"Teremos tempo para falar sobre eventuais contratações se elas realmente ocorrerem. Esta equipe, que levou o Espanhol com recorde de pontos, não está nada mal", comentou. EFE omm/dp |Q:DEP:pt-BR:15054000:Esportes:Futebol|
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