Se Danilo e Figueroa brilharam com gols, Marcos mostrou o habitual brilhantismo no Palmeiras com intervenções impressionantes na vitória sobre o Atlético-PR. O camisa 12 trabalhou principalmente no final, quando o time paranaense apertou em busca do empate.
"De vez em quando, você precisa aparecer, tive boas defesas. Mas estamos na liderança pelo grupo que temos. Quando um não joga bem, aparece outro para compensar", destacou o capitão alviverde, citando a união do elenco.
Segundo o técnico Muricy Ramalho, o Palmeiras foi sufocado no final porque sentiu o desgaste físico. Três dias antes de enfrentar o Atlético-PR, o Verdão encarou uma verdadeira batalha contra o Cruzeiro: venceu no Mineirão atuando com um a menos durante quase todo o segundo tempo.
"Sempre tem sofrimento. Não há um jogo em que posso falar que não vou trabalhar. Hoje enfrentamos um bom adversário, o Atlético-PR, e acho que suportamos muito bem", exaltou Marcos.
Em contrapartida, o pentacampeão vê a necessidade de o Palmeiras aprender a segurar a posse de bola quando for pressionado. Neste momento, jogadores habilidosos como Diego Souza e Vagner Love são fundamentais.
"A equipe não precisava sofrer tanto sufoco. Só precisamos prender a bola quando faltar dois, três minutos. Mas vale a vontade e a superação quando não se joga tão bem", encerrou Marcos.