Segundo a polícia, Moura seria um dos responsáveis por um desvio de cerca de R$ 5 milhões dos cofres da FPF. O advogado Arnaldo Busato Filho, que o defende, afirmou que a liberação depende apenas da chegada do oficial de Justiça.
Ele disse que a justiça entendeu que não há mais base legal para se manter a prisão preventiva, visto que as testemunhas já foram ouvidas. O advogado afirmou que Moura ficou muito debilitado tanto física quanto psicologicamente durante o período em que permaneceu preso.
O ex-presidente da entidade precisou passar por duas cirurgias. Primeiramente para a retirada da vesícula e, posteriormente, em razão de uma infecção hospitalar. Outros oito diretores e funcionários da FPF, que foram presos na mesma operação, já estão respondendo ao processo em liberdade.