



O Campo Olímpico de Hóquei de Pequim fica na parte nordeste da capital chinesa e teve a honra de ser inaugurado pelo belga Jacques Rogge, presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI) em agosto do ano passado, quando foi realizado o evento-teste da instalação.
A construção para a disputa dos jogos de hóquei sobre grama é temporária e fará parte do futuro parque olímpico, área de lazer para a população. O local conta com dois campos: um principal, com capacidade para 12.000 pessoas e que será palco das partidas mais importantes, e outro menor, com 5.000 lugares, apenas para a primeira fase.
As medidas dos campos são as homologadas pela Federação Internacional de Hóquei (IHF, em inglês). "A organização e o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Pequim (Bocog, em inglês) fizeram um excelente trabalho, garantindo instalações de primeiríssimo nível", disse a holandesa Els van Breda Vriesman, presidente da IHF, na inauguração do complexo.
"Todos os participantes estão muito satisfeitos com as facilidades apresentadas pelas autoridades de cidade de Pequim", completou.
Além dos dois campos, o local conta com 14 instalações anexas para imprensa, torcedores e patrocinadores, assim como um estacionamento. Para suavizar o impacto visual da construção, uma área de 100.000 metros quadrados foi plantada com árvores nos arredores.
Um dos maiores desafios da organização será manter a grama artificial dos campos em bom estado diante do instável clima de Pequim durante o verão, com temperaturas muito altas e chuva freqüente. Porém, a IHF aprovou o piso escolhido.
Para cumprir a promessa de não agredir o meio ambiente, o Bocog construiu uma estação de tratamento de água para reutilizar os excessos do local de disputa do tiro com arco. Além disso, o sistema de refrigeração não emitirá gases nocivos à camada de ozônio. Ainda, a água quente para os vestiários dos atletas e da arbitragem virá do uso de energia solar.