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Batistuta se coloca à disposição da AFA para comandar a Argentina
Qui, 06 Jul - 12h14
Buenos Aires, 6 jul (EFE).- O atacante argentino Gabriel Batistuta, maior artilheiro da história da seleção de seu país, reconheceu que "atenderia com vontade um chamado da AFA (Associação de Futebol da Argentina)" frente a uma eventual oferta para substituir o técnico José Pekerman à frente da equipe.

Em entrevista publicada hoje pelo diário esportivo "Olé", o ex-jogador admitiu que para ele "seria uma honra dirigir" a Argentina, mas esclareceu que quer que "José (Pekerman) siga".

O treinador anunciou sua saída do cargo depois da eliminação argentina nas quartas-de-final da Copa do Mundo para a Alemanha.

"Pekerman precisa continuar, porque a Argentina jogou bem e armou um grande grupo. Agora é o momento de convencê-lo para que siga essa linha de conduta", comentou Batistuta, que pendurou as chuteiras há um ano e meio. "Mas se ele não seguir, a linha de seriedade e de profissionalismo que impôs teria de ter uma continuidade".

Gabriel Batistuta, maior artilheiro da história da seleção argentina com 56 gols, insistiu no fato de se Pekerman não prosseguir, e o presidente da AFA, Julio Grondona, o chamasse, pensaria em assumir o comando da equipe bicampeã mundial.

No entanto, Grondona, também vice-presidente da Fifa, assegurou que ainda não começou a analisar quem pode ser o sucessor de José Pekerman, o segundo mais votado para dirigir a seleção em uma enquete realizada esta semana pela página de internet do "Olé". O primeiro colocado foi o experiente Carlos Bianchi. EFE jad fr

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