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Pebolim humano em Witten
Postado por Sérgio Rizzo
6 de Julho de 2006, 07:44
Não conhecia a Alemanha. Antes de embarcar, ouvi coisas terríveis de amigos e alunos: os alemães desprezam quem não fala alemão, não olham nos seus olhos, não sorriem, não querem conversa com estrangeiros. São frios e distantes. Querem que você volte logo para casa.

Mais de um mês e dois mil quilômetros depois, tendo passado por cidades grandes, médias e pequenas, minha experiência diz que os alemães também pertencem a este mundo.

Há os simpáticos e os antipáticos, os sorridentes e os sisudos, os de muita e os de pouca conversa, os atenciosos e os não-estou-nem-aí. Como você encontrará no Rio, em São Paulo ou no interior de Minas Gerais. Tem gente de todo tipo em todo lugar.

Talvez fosse mais fácil ver representantes daquele estereótipo antes de junho. Os próprios alemães dizem que a Copa mudou o país, de um modo ainda não devidamente compreendido.

A presença de dois milhões de estrangeiros coloridos e ruidosos teria feito com que muitos se soltassem mais, se abrissem, confiassem um pouco em estranhos.

A boa campanha da seleção, por sua vez, teria ensinado que orgulho nacional pode ser exibido sem medo, com alegria e até entusiasmo.

E falar de orgulho nacional, neste país, aciona imediatamente circuitos ligados a fantasmas complexos.

Se a Copa ajudou a superar ao menos em parte alguns desses traumas, parabéns à febre da bola.

O problema do estereótipo da frieza tem a ver, no fundo, com outro estereótipo, o de quem vem a ser alemão.

Em 2006, alemães são mais de 80 milhões de pessoas, de origens tão variadas quanto os jogadores da seleção.

O tecido social está repleto de Odonkores, Kloses, Neuvilles e Podolskis, assim como de Kahns, Metzelderes e Ballacks.

Historinha banal sobre a força do estereótipo e do preconceito. Hoje, no trem que me trouxe a Berlim, havia um jornalista argentino, simpático e falante. Pouco antes do desembarque, ele se desentendeu com uma senhora a respeito de malas no caminho da porta.

Não acompanhei o início da refrega, mas desconfio que ela foi um pouco grosseira. O argentino se irritou e, no auge do bate-boca, soltou a seguinte pérola:

- Você é uma reencarnação de Hitler.

Apelou, perdeu a razão.

O sujeito que acompanhava a senhora se limitou a dizer: vamos encerrar a discussão porque agora o senhor está nos ofendendo.

Hitler, numa hora dessas? Francamente.

Comentários
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Na verdade, eu qria comentar sobre o q/estão falando sobre a
seleção brasileira! Eu, Denise da Cruz Watrin, qro dizer, q/
jornalismo, é mais do q/comentar fatos e fazer prudução das
matérias! Eu qro dizer, e gostaria q/o Brasil(inclusive os jogadores da seleção brasileir)=Estamos passando uma péssima
imagem da da inteligência do povo e profissionalismo brasi-
leiro por estar atacando o desempenho ou ñ empenho da nossa
seleção de futebol! Uma trairagem, ou falta de visão e mesmo
de conhecimento concluído e eóbvio? O q/a imprensa quer? En-
cher de guirlandas suas matérias, sem se importar c/a razão
das coisas??? Nossa Seleção brasileira, é a melhor seleção de futebol e qremos q/continue(eu pelo menos qro!)e o fato de ñ terem jogado como manda pela lógica qual falo, ñ signi-
fica q/desaprenderam a jogar futebol no intervalo do seu úl-
timo jogo o qual venceram Gana e o último, este qdo perderam a partida p/a França. PÔ! Só ñ vê, quem ñ sabe!
Tenho visto reportagens sensacionalistas e traíras c/relação
ao assunto sobre a saída da nossa seleção das finais da copa
e a reação do povo! Agora eu me refiro tbm a atitude da im-
prensa de modo geral, e em especial aos q/parecem ñ ter mais nada a fazer do q/qrer ter assunto de qualquer maneira,
p/preencher os seus espaços "profissionais"e saem alé de re-
latando fatos q/dizem estarem ouvindo e vendo: tbm fazendo
questionamentos absurdos, como os q/ouvi no programa de uma
tal Renata(equeci o canal)e uns três jornalistas lá q/ñ ví o nome!Além de afirmações tbm! ela sobre os treinamentos dos
jogadores e atuação além de apoiar o q/eles diziam sobre q/a
nossa seleção(sou brasileira)nos fez a todos de palhaços!A meu ver, os profissionais, em geral, e agora falndo dos da á
rea jornalística e responsáveis pelo q/chega aos ouvidos e olhos tão vulneráveis do nosso povo: precisam se aprofundar
no q/vai além de uma passada de tempo e enchimento de espaço
de matérias, e se ligar no poder q têm nas mãos, vindo obviamente dependendo do uso da iteligencia e aliada ao bom senso= e fazr a sua parte passando a coisa de maneira mais responsável no sentido de se preocupar em falar sobre causa e efeito e de jeito q/a população possa tirar o máximo de lu
cro do conteúdo q/nas mais das vzs paga úm preço altissímo p
q/seja inclusive veiculado e mesmo chegue a sí próprios!
Nossa seleção de futebol, sempre ~tem os melhores jogadores e ñ é duas derrotas em quatro anos, q/fará c/q/deixemos de
ser o melhor futebol. Tudo vai depender de ñ enxerem a cabe-
ça e alma do nosso povo de desprezo e ódio c/informações ignorantes q/se espalhando, só pode dar nisto! O q/falta, é
colocarem matérias questionando se, Deus ñ resolveu simples
mente ñ interferir na brincadeira de um povo q/está negligen
ciando a sua parcela de colaboração p/acabar c/as violências
acontecendo e aos olhos de todos! TODOS! Êis q/a França, sen
do um país q/acredita no espiritual, ñ estaria sendo usada pela espiritualidade p/simplesmente nos dar alguma msgs? Vis
to q/nem faz questão de ser campeã qto mais bi! Contudo, ven
ça o melhor, significa explicitamente, q/ñ foi o futebol q/
foi levado em conta, pois q/nossos jogadores ficaram como q/
aéreos, igual na copa anterior! Sabem o q/faz a pessoa expert ñ fazer??? Ah muitas são as causas!!!! Mas eu, me pro
ponho a falar de uma: uma influência espiritual nas condi-
ções da pessoa, no caso em questão, no desmpenho dos jogado-
res! E p/finalizar a minha matéria, q/eu gostaria q/fosse le
vada em conta, ao menos como uma entrevista c/uma simples pessoa do povo classe média(q/pensa): eu digo,q/vcs podem le
var a nada tbm=dizendo q/foi apenas um mau dia em q/os caras
ñ jogaram bem!
Sucesso p/todos em suas melhores intenções, inclusive p/mim,
qto as minhas!
Bom dia à todos, e lembrem-se nem um sucesso é realmente su-
cesso, se for em detrimento do
Comentado por denisecwatrin em Fri, July 07, 2006, 11:32 am BRT
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