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Marcos Evangelista de Moraes
07/06/1970
brasileiro
lateral-direito |
Reserva em 1994, Cafu entrou discretamente no decorrer de duas partidas. Assistiria à final no banco se Jorginho, o titular absoluto, não tivesse se machucado logo no início do jogo. Não se encaixa no perfil do craque, mas é, há anos, o melhor lateral-direito do planeta por causa de sua regularidade, eficiência na marcação, solidez no apoio e o fôlego impressionante. Ídolo na Roma, ganhou o apelido de Pendolino – o trem bala italiano – pela velocidade com que chega à linha de fundo.
Na Copa de 1998, quando ficou de fora da semifinal contra a Holanda, por conta de uma rara suspensão por cartões amarelos, a Seleção sentiu sua falta. Cada vez que o reserva Zé Carlos se aproximava da bola, a torcida brasileira fechava os olhos. Além disso, Cafu foi um dos poucos que se salvaram na dura derrota diante da França.
Quatro anos depois, chegou ao ápice da carreira. Antes da competição, o técnico Luiz Felipe Scolari havia justificado seu esquema tático dizendo que Cafu não sabia mais marcar. Pois o lateral defendeu e jogou como nunca. Elevado à condição de capitão, se tornou o primeiro atleta a jogar três finais de Copa consecutivas. E mais: ganhando duas. Recordista de jogos com a camisa da Seleção Brasileira, Cafu chega à quarta Copa do Mundo sem ameaças à sua condição de titular e em busca da quebra de seu próprio recorde, uma quarta final.
| Partidas |
| 1994 |
|
|
| Brasil |
1 x 0 |
EUA |
| Brasil |
3 x 2 |
Holanda |
| Brasil |
0 x 0 |
Itália |
| 1998 |
|
|
Brasil |
2 x 1 |
Escócia |
Brasil
|
3 x 0 |
Marrocos |
| Brasil |
1 x 2 |
Noruega |
| Brasil |
4 x 1 |
Chile |
| Brasil |
3 x 2 |
Dinamarca |
| Brasil |
0 x 3 |
França |
| 2002 |
|
|
| Brasil |
2 x 1 |
Turquia |
| Brasil
|
4 x 0 |
China |
| Brasil |
5 x 2 |
Costa Rica |
| Brasil |
2 x 0 |
Bélgica |
| Brasil |
2 x 1 |
Inglaterra |
| Brasil |
1 x 0 |
Turquia |
| Brasil |
2 x 0 |
Alemanha |
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