PATROCÍNIO
  GÉRSON

O cérebro do tri
Ele liderou o maior esquadrão de todos os tempos, o Brasil de 1970

Gérson de Oliveira Nunes
11/01/1941
brasileiro
meio-campo
Passe de 40 metros saído do pé esquerdo de Gérson tinha destino certo: peito de Pelé, cabeça de Tostão, pés de Jairzinho. O “Canhotinha de Ouro” foi o mais perfeito lançador do futebol brasileiro. Tinha grande visão de jogo, organizava o time e ainda chutava de maneira fulminante. Mas se Gérson jogava fino, também sabia jogar grosso: marcava com tenacidade, não tinha vergonha de dar chutão e encarava as divididas com decisão (contabiliza três faturas na carreira – todas em adversários).

Se na Copa de 1966 foi discreto, na de 1970 brilhou. Era o “dono” do meio de campo brasileiro, o homem que distribuía o jogo. O belo gol na final contra a Itália premiou o cérebro do tri.

 

Copas
Jogos
Gols
1966
1
-
1970
5
1
Total
6
1

Partidas
1966
 
Brasil
1 x 3
Hungria
1970
 
Brasil
4 x1
Tchecoslováquia
Brasil
1 x 0
Inglaterra
Brasil 4 x 2 Peru
Brasil
3 x 1
Uruguai
Brasil 4 x 1 Itália

Conquistas
1970
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