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Romário de Souza Faria
29/01/1966
brasileiro
atacante |
Artilheiro na conquista do tetracampeonato mundial, em 1994, Romário é comparado por muitos a Garrincha e a Maradona pelo papel decisivo que teve na conquista de uma Copa. Após marcar dois gols contra o Uruguai, no Maracanã, pelas Eliminatórias, garantindo a vaga do Brasil no Mundial, o Baixinho prometeu que voltaria com o título. A Seleção amargava um jejum de 24 anos.
Romário cumpriu a promessa: em sete jogos, marcou cinco gols, e, apesar de não treinar pênaltis, na decisão contra a Itália, pediu para bater e converteu. Com um arranque rápido, muita habilidade, ótimo cabeceio e um faro de gol inigualável, Romário teve contra si a fama de baladeiro, marrento e enjoado para treinar. Mesmo assim, só não jogou mais pela Seleção por outras razões. Em 1990, após participar de um jogo, assistiu do banco, lesionado, a eliminação diante da Argentina. Em 1998, acabou cortado, também por lesão, às vésperas da Copa. Já em 2001, depois de pedir licença da Copa América, alegando a realização de uma cirurgia óptica, Romário viajou com o Vasco para vários amistosos no México.
O incidente irritou o técnico Luiz Felipe Scolari, que barrou sua convocação para 2002, contrariando boa parte da torcida e da imprensa. O Baixinho despediu-se oficialmente da Seleção em 2005, com um gol no amistoso contra a Guatemala, no Pacaembu.
| Partidas |
| 1990 |
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| Brasil |
1 x 0 |
Escócia |
| 1994 |
|
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| Brasil |
3 x 2 |
Rússia |
| Brasil |
1 x 0 |
Suécia |
| Brasil |
3 x 2 |
Camarões |
| Brasil |
1 x 0 |
EUA |
| Brasil |
3 x 2 |
Holanda |
| Brasil |
1 x 0 |
Suécia |
| Brasil |
0 x 0 |
Itália |
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