Zico marcou época na seleção brasileira e se destacou na grande equipe armada por Telê Santana que encantou o mundo na Copa de 1982, na Espanha, apesar de ter voltado sem o título. O grande talento e inteligência do “Galinho” dentro de campo escreveram páginas gloriosas dop futebol brasileiro.
O meia, eterno ídolo do Flamengo, marcou gols de praticamente todas as partes do campo, graças aos seus chutes muito bem angulados nunca alcançados pelos goleiros. Sua excelente técnica, grande inteligência e qualidade em cada jogada foram uma marca da seleção brasileira na década nos anos 80. Porém, depois de brilhar em 1982, sua atuação na Copa |
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de 1986, no México, foi polêmica. Zico, que vinha de contusão, começou o jogo contra a França, pelas quartas-de-final, como reserva. Pouco depois de entrar em campo, perdeu um pênalti que poderia ter dado a vitória ao Brasil contra a França. Na decisão por pênaltis, após o empate em 1 a 1, os brasileiros acabariam eliminados do torneio.
Mas o talento do Galinho não acabou com o triste episódio. Ele deu a volta por cima e levou o Flamengo a seu quarto título brasileiro em 1987.
Na despedida de Zico dos gramados, no Maracanã, um grande cartaz dizia: "Se o futebol tem alma, o nome dela é Zico".
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