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ELENCO
Baley, goleiro
Lavolpe, goleiro
Fillol, goleiro
Tarantini, zagueiro
Daniel Killer, zagueiro
Daniel Passarella, zagueiro
Jorge Olguín, zagueiro
Gálvan, zagueiro
Oviedo, zagueiro
Pagnanini, zagueiro
Gallego, meio-campista
Valencia, meio-campista
Alonso, meio-campista
Larrosa, meio-campista
Ardilles, meio-campista
Villa, meio-campista
Ruben Gálvan, meio-campista
Bertoni, atacante
Luque, atacante
Mario Kempes, atacante
Ortiz, atacante
Houseman, atacante
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Luz na escuridão
Por 23 dias, a Argentina, país-sede da Copa do Mundo de 1978, viveu um período de trégua em uma das mais aterradoras ditaduras instaladas no continente sul-americano entre as décadas de 60 e 70. O país se vestiu de azul e branco e, unido, empurrou a seleção rumo à conquista do primeiro mundial. O time misturava a velha raça argentina com jogadores técnicos na medida certa. Os habilidosos Passarella e Ardilles tinham o contraponto dos tanques Luque e Kempes. Assim, a Argentina, também empurrada pela sua fanática torcida, chegou ao topo, mesmo tendo em seu currículo duas manchas: o fato de Cesar Menotti não ter atendido o apelo popular de convocar Diego Maradona, na ocasião com 17 anos, e a estranha vitória por 6 x 0 sobre o Peru.
O técnico
Cesar Luis Menotti, um fumante inveterado e apreciador do bom tango, armou um time com espírito argentino. Para ganhar a Copa em casa, e arrefecer a ditadura, ele optou por convocar jogadores experientes e acostumados à pressão. Por isso justificou não ter deixado Diego Maradona no grupo do Mundial. Alegou que precisava preservar o craque. Se esse foi seu erro, seu grande acerto foi ter sabido como nunca usar o fato de a Argentina ser a mandante da Copa. Menotti colocava a gasolina e a torcida incendiava o time.
O cérebro do time
Não à toa que Daniel Passarella era o capitão da seleção campeã da Argentina. Em campo, ele era quem regia o time. Se a seleção se mostrava afobada, ele tocava a bola; se a equipe se distraía, ele gritava com os companheiros. Jornalistas argentinos chegaram a descrever a Argentina de 1978 da seguinte forma: Menotti foi o coração, Kempes as pernas, mas o cérebro foi Passarella.
| Campanha |
1ª Fase
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| Argentina |
2 x 1 |
Hungria |
| Argentina |
2 x 1 |
França |
| Argentina |
0 x 1 |
Itália |
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| Semifinal |
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| Argentina |
2 x 0 |
Polônia |
| Argentina |
0 x 0 |
Brasil |
| Argentina |
1 x 0 |
Peru |
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| Final |
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|
| Argentina |
1 x 1 |
Holanda |
| prorrogação: |
2 x 0 |
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| Retrospecto |
| J |
V |
E |
D |
G |
GC |
SG |
| 7 |
5 |
1 |
1 |
15 |
4 |
11 |
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