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ELENCO
Gilmar, goleiro
Castilho, goleiro
De Sordi, lateral-direito
Djalma Santos, lateral-direito
Bellini, zagueiro
Mauro, zagueiro
Orlando, zagueiro
Zózimo, zagueiro
Oreco, zagueiro
Nilton Santos, lateral-esquerdo
Dino Sani, lateral-esquerdo
Zito, meio-campista
Didi, meio-campista
Moacir, meio-campista
Joel, meio-campista
Garrincha, atacante
Mazzola, atacante
Vavá, atacante
Dida, atacante
Pelé, atacante
Zagallo, atacante
Pepe, atacante
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Os reis do futebol
Para a Copa de 1958, a Seleção Brasileira deixou o País, rumo à Suécia, desacreditada. Apesar de pela primeira vez ter se preparado adequadamente para o Mundial, ainda pesava sobre o Brasil os fracassos de 1950 e 1954. Só que desta vez dois jovens jogadores, convocados em cima da hora por Vicente Feola, fariam a diferença: Pelé e Garrincha. A Seleção, que teve um começo titubeante, tornou-se a dona da Copa a partir da vitória por 2 x 0 sobre a URSS, quando os “reis do futebol” entraram como titulares. Caía por terra a “síndrome de vira-lata”, como dizia o jornalista e dramaturgo Nélson Rodrigues, e nascia uma potência do futebol mundial: o Brasil.
O técnico
Tido como bonachão, Vicente Feola até hoje não tem seus méritos totalmente reconhecidos pela conquista de 1958. Mas os fatos comprovam que ele teve, sim, influência na conquista. Primeiro, insistiu na convocação de Pelé, apesar dos 17 anos do jovem craque; segundo, implantou o esquema 4-3-3 e transformou Zagallo numa espécie de terceiro homem para fechar o meio-campo. O plano tático, inovador para a época, prova que Feola não dormia no banco, como prega o folclore em torno do técnico.
O cérebro do time
Um dos mais experientes jogadores do Brasil de 1958, Didi tinha ascendência sobre Vicente Feola. Consta que depois do empate por 0 x 0 com a Inglaterra, o meio-campista, inventor da “folha seca” – chute a gol em que a bola parecia que ia passar por cima da trave, mas de repente entrava no gol -, convenceu o técnico a escalar Pelé e Garrincha. Também teria sido Didi quem chegou a Pelé e Garrincha e disse: “Joguem como se estivessem no treino”. Deu no que deu. Com a dupla de foras-de-série, e Didi a orientá-la, o Brasil ganhou sua primeira Copa.
| Campanha |
1ª Fase
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| Brasil |
3 x 0 |
Áustria |
| Brasil |
0 x 0 |
Inglaterra |
| Brasil |
2 x 0 |
URSS |
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| Quartas-de-final |
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| Brasil |
1 x 0 |
País de Gales |
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| Semifinal |
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| Brasil |
5 x 2 |
França |
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| Final |
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| Brasil |
5 x 2 |
Suécia |
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| Retrospecto |
| J |
V |
E |
D |
G |
GC |
SG |
| 6 |
5 |
1 |
- |
16 |
4 |
12 |
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