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ELENCO
Félix, goleiro
Leão, goleiro
Ado, goleiro
Carlos A. Torres, lateral-direito
Zé Maria, lateral-direito
Baldocchi, zagueiro
Brito, zagueiro
Joel Camargo, zagueiro
Piazza, zagueiro
Fontana, zagueiro
Marco Antônio, lateral-esquerdo
Everaldo, lateral-esquerdo
Clodoaldo, meio-campista
Gérson, meio-campista
Rivellino, meio-campista
Dario, atacante
Jairzinho, atacante
Tostão, atacante
Roberto Miranda, atacante
Edu, atacante
Pelé, atacante
Paulo César Lima, atacante
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O tri e a despedida do ReiA Copa do Mundo do México teve em sua semifinal quatro bicampeões mundiais: Brasil, Uruguai, Alemanha e Itália. Qualquer um deles tinha potencial para ficar de posse definitiva da taça Jules Rimet. Mas, dos semifinalistas, apenas um era genial: a equipe da Seleção Brasileira. Até hoje chamam aquele de o “time perfeito”. Além de uma constelação de craques, o Brasil ainda se preparou como nunca para duelar no sol escaldante do México. No auge da forma física e técnica, os jogadores fizeram uma campanha memorável, colecionando seis vitórias em seis jogos e se tornando os primeiros tricampeões do mundo. O reinado de Pelé se encerrava como chave de ouro.
O técnico
Meses antes de a Copa do Mundo começar, o técnico que havia comandado o Brasil nas Eliminatórias - João Saldanha - deixou o cargo. Para o seu lugar, foi chamado Mário Jorge Lobo Zagallo, que ainda iniciava na carreira, mas já mostrava talento no Botafogo (RJ). Personalista, Zagallo mexeu radicalmente na equipe herdada de Saldanha. Alterou o esquema tático, adotando o 4-3-3, e mexeu em peças na zaga e no meio-campo. Zagallo subverteu a tese de que Rivellino, Tostão e Pelé não podiam atuar juntos. Além disso, arranjou lugar para Clodoaldo no meio-campo, recuando Piazza para a zaga. O Brasil de 1970 foi, sim, a cara de Zagallo.
O cérebro do time
Pelé estava a meses de completar 30 anos. Para alguns críticos, já era considerado em fim de carreira. Depois do fracasso de 1966, na Inglaterra, o Rei havia dado um tempo para a Seleção, mas recuou na decisão de nunca mais vestir a amarelinha e se motivou como nunca para atuar na Copa de 1970. Resultado: o Pelé visto no México foi um atleta no auge de sua forma física, técnica e psicológica. Com apresentações geniais, o Rei virou dono do mundo.
| Campanha |
1ª Fase
|
|
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| Brasil |
4 x 1 |
Tchecoslováquia |
| Brasil |
1 x 0 |
Inglaterra |
| Brasil |
3 x 2 |
Romênia |
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| Quartas-de-final |
|
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| Brasil |
4 x 2 |
Peru |
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| Semifinal |
|
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| Brasil |
3 x 1 |
Uruguai |
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| Final |
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| Brasil |
4 x 1 |
Itália |
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| Retrospecto |
| J |
V |
E |
D |
G |
GC |
SG |
| 6 |
6 |
- |
- |
19 |
7 |
12 |
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