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ELENCO
Barthez, goleiro
Charbonier, goleiro
Lama, goleiro
Thuram, lateral
Lizarazu, lateral
Candela, lateral
Djetou, lateral
Le Boeuf, zagueiro
Blanc, zagueiro
Desailly, volante
Ibrahim Ba, volante
Diomede, volante
Djorkaeff, meio-campista
Deschamps, meio-campista
Zidane, meio-campista
Karembeu, meio-campista
Vieira, meio-campista
Pires, atacante
Boghossian, atacante
Trezeguet, atacante
Dugarry, atacante
Guicarc’h, atacante
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Bem-vindo ao clube
Desde 1958 a França começou a se credenciar a entrar para o seleto grupo de campeões do mundo. Naquela Copa, a geração de Just Fontaine – até hoje o maior artilheiro de uma só edição do Mundial, com 13 gols – caiu na semifinal, diante do Brasil. Depois, já sob a regência de Michel Platini, os franceses ficaram no “quase” nas Copas de 1982 e de 1986, quando foram terceiro e quarto lugares. Mas eis que, quando já carregava a fama de “amarelar” em Copas, a França sediou a edição de 1998 e fez valer seu mando. Na primeira fase, a equipe passou fácil. Mas nas oitavas e nas quartas-de-final, sufoco. Contra o Paraguai, a classificação veio na morte súbita por 1 x 0. Depois, vitória nos pênaltis contra a Itália (4 x 3). Na semifinal e na final, o time engrenou e buscou o título ao eliminar a Croácia por 2 x 1 e o combalido Brasil por 3 x 0. A França, enfim, entrava para o clube.
O técnico
Aimé Jacquet teve tempo para preparar a França campeã de 1998. O treinador assumiu a seleção em 1993. Estudioso, implantou uma nova filosofia na equipe. Os franceses, que sempre optaram por jogar no ataque, passaram a valorizar a defesa e a posse de bola. O novo conceito fez a França ficar 30 jogos sem perder, entre 1994 e 1996. O time estava pronto, mas ainda precisava superar a barreira psicológica de atuar em casa e assumir seu favoritismo. Aimé foi decisivo neste quesito também. “Somos favoritos, sim. Assumam isso”, bradou o “Napoleão” do futebol francês.
O cérebro do time
Boa parte do time campeão do mundo de 1998 não era de origem francesa. Entre eles destacava-se o argelino naturalizado francês, Zinedine Zidane, meio-campista que até ir atuar na Juventus de Turim, em 1995, era considerado apenas talentoso. No futebol italiano, tornou-se genial. Aprendeu a jogar com objetividade e aprimorou sua qualidade técnica. Assim, Zidane chegou à Copa no auge. A França dependia muito dele, e ele assumiu a responsabilidade. Muitas vezes levou o time nas costas e foi coroado com o título de melhor jogador da Copa.
| Campanha |
1ª Fase
|
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| França |
3 x 0 |
África do Sul |
França |
4 x 0 |
Arábia Saudita |
| França |
2 x 1 |
Dinamarca |
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| Oitavas-de-final |
|
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| França |
0 x 0 |
Paraguai |
| prorrogação: |
1 x 0 |
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| Quartas-de-final |
|
|
| França |
0 x 0 |
Itália |
pênaltis: |
4 x 3 |
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| Semifinal |
|
|
| França |
2 x 1 |
Croácia |
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| Final |
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|
| França |
3 x 0 |
Brasil |
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| Retrospecto |
| J |
V |
E |
D |
G |
GC |
SG |
| 7 |
5 |
2 |
- |
15 |
2 |
13 |
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