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ELENCO
Gordon Banks, goleiro
Bonetti, goleiro
Springett, goleiro
Bobby Moore, zagueiro
George Cohen, zagueiro
Byrne, zagueiro
Jack Charlton, zagueiro
Armfield, zagueiro
Ramon Wilson, zagueiro
Flowers, zagueiro
Bobby Charlton, meio-campista
George Eastham, meio-campista
Callagham, meio-campista
Norbert Stiles, meio-campista
Normam Hunter, meio-campista
Alan Ball, atacante
Hurst, atacante
Connely, atacante
Martin Peters, atacante
Hunt, atacante
Terence Paine, atacante
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Prêmio aos inventores do futebolPode-se dizer que na década de 60 o Reino Unido ditou moda no mundo. Nas letras, nas artes e na própria moda prevaleciam conceitos britânicos. Expoentes desta hegemonia cultural, os Beatles faziam da bandeira da Inglaterra um símbolo pelo planeta. Faltava, porém, aos inventores do futebol, uma conquista de Copa do Mundo. Anfitriões do Mundial de 1966, os ingleses montaram uma seleção que soube aliar disposição para marcar e criatividade na dose certa. A comandar o time, um trio de peso: o goleiro Gordon Banks, o zagueiro Bobby Moore e o meio-campista Bobby Charlton. Competitiva, a equipe nem teria precisado da ajuda da arbitragem para chegar ao triunfo. Mas já que ela veio, ficou mais fácil tirar da Alemanha a hegemonia européia e transformar a Inglaterra dos anos 60 em modelo também para o futebol.
O técnico
Alf Ramsey ficou 10 anos à frente da Seleção Inglesa. Ele assumiu em 1962 e, de cara, assimilou a filosofia do belga Raoul Mollet, precursor do futebol-força. Seu objetivo era montar um time que soubesse marcar duro, mas que também tivesse criatividade com a bola nos pés. Não foi difícil achar jogadores que cumprissem as duas funções. Alf Ramsey foi competente ao escalar os homens certos nos lugares certos. Como prêmio, foi declarado cavaleiro da ordem do império britânico.
O cérebro do time
Bobby Charlton tinha 29 anos quando a Inglaterra conquistou a Copa de 1966. Desde os 14 já atuava no futebol e em seu currículo constava ter sobrevivido a um acidente aéreo que matou sete jogadores do Manchester United, em 1958. Aquela era sua terceira Copa, e experiência não lhe faltava. Mas Charlton sentia que havia um vácuo entre ele ser considerado um bom jogador e receber a denominação de craque. Só um título mundial o faria atingir essa graduação. Por isso, ele jogou como nunca aquele Mundial. Se a Copa da Inglaterra não pode ser considerado um Mundial que deu bons tratos à bola, Bobby Charlton foi a exceção. Nos jogos da English Team, ele sempre a tratou como um gentleman.
| Campanha |
1ª Fase
|
|
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| Inglaterra |
0 x 0 |
Uruguai |
| Inglaterra |
2 x 0 |
França |
| Inglaterra |
2 x 0 |
México |
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| Quartas-de-final |
|
|
| Inglaterra |
1 x 0 |
Argentina |
| |
| Semifinal |
|
|
| Inglaterra |
2 x 1 |
Portugal |
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| Final |
|
|
| Inglaterra |
2 x 2 |
Alemanha Oc. |
| prorrogação: |
2 x 0 |
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| Retrospecto |
| J |
V |
E |
D |
G |
GC |
SG |
| 6 |
5 |
1 |
- |
11 |
3 |
8 |
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