
No Verdão, 'chiliques' de Belluzzo são absolvidos
22 de Novembro de 2009 10:05Elenco, comissão técnica e até integrantes da diretoria rechaçam a teoria de que toda a instabilidade emocional do Palmeiras começou com as declarações destemperadas do presidente Luiz Gonzaga Belluzzo contra o árbitro Carlos Eugênio Simon. O dirigente está, inclusive, suspenso por nove meses por disparar contra o árbitro da partida contra o Fluminense, no Maracanã, e até contra o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
"A questão do professor Belluzzo fica à parte. Ele brigou pelo Palmeiras, não aceitou aquela situação do jogo contra o Fluminense. Claro que não serve de exemplo para os jogadores, mas a diretoria fez bem a sua parte", elogiou o volante Pierre.
O gerente de futebol Toninho Cecílio tem opinião semelhante. "O presidente tem obrigação de defender o clube, fez da maneira mais adequada. Ele defende de maneira apaixonada, porém digna", analisou o cartola.
Dentro do elenco, a situação ficou ainda mais desconfortável depois da briga entre o zagueiro Maurício e o atacante Obina na saída do intervalo da partida contra o Grêmio. A punição aos atletas foi forte: ambos não atuam mais pelo clube.
"Essa situação foi totalmente diferente, uma vergonha para a instituição. Foi a primeira vez na história do clube que houve uma briga dentro de campo. Por isso foram tomadas medidas enérgicas", explicou Toninho Cecílio, evitando comparações com as "brigas" de Belluzzo.
"(o desentendimento) Não será mais tolerado enquanto eu estiver aqui. Quando dois jogadores tomam uma atitude dessas, com certeza não pensam no grupo", finalizou o gerente de futebol alviverde.






