Caratê

 
 

Mais medalhas à vista

O caratê chegou no Brasil no início do século XX, junto com os imigrantes japoneses que desembarcaram em Santos do navio Kasaato-Maru. Como esporte, a arte marcial se consolidou nos anos 50, com o surgimento das primeiras academias. A grande arrancada da modalidade, porém, se deu na década de 70. Mais precisamente em 1972, quando Luís Watanabe tornou-se campeão mundial na categoria kumitê.


Em 1977, o Brasil foi o oitavo colocado no Mundial e em 1983 ficou na quarta colocação. Em competições internacionais, o país sempre consegue se posicionar entre os dez melhores na maioria dos torneios.


No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Karatê (CBK), que representa 26 federações estaduais.


Expectativa para o Pan


A modalidade é muito praticada no país e as expectativas para o Pan são as melhores, um vez que nos Jogos de Santo Domingo, em 2003, a equipe trouxe sete medalhas, sendo uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.


O caratê tem uma desvantagem em relação a outros esportes, pois fica fora do rateio da verba da Lei Agnelo-Piva, por não ser uma modalidade olímpica. No entanto, a seleção brasileira aposta em uma preparação exemplar para fazer bonito no Rio de Janeiro.


O nome brasileiro do momento


A brasiliense Lucélia Carvalho, de 28 anos, entrou para a história como a única atleta do Brasil a conquistar dois títulos seguidos em Jogos Pan-Americanos em modalidades individuais. No Rio, ela tem tudo para repetir os ouros de Winnipeg, em 1999, e Santo Domingo, em 2003.