Saltos ornamentais

 
 

Início nas piscinas do Botafogo

Os Saltos Ornamentais estiveram entre as cinco modalidades representadas pelo Brasil em sua primeira participação olímpica, nos Jogos da Antuérpia, na Bélgica, em 1920. A primeira competição realizada em solo brasileiro ocorreu em 1913, na enseada de Botafogo, no Rio de Janeiro. O vencedor foi Adolfo Wellisch, que também estava na equipe que foi para Antuérpia, mas acabou eliminado ainda na primeira fase do trampolim e da plataforma.


Em 1948, o país teve a maior delegação com três atletas no trampolim e o melhor foi Milton Busin, que depois seria responsável pelo melhor desempenho do país com o sexto lugar em 1952.


Quatro anos depois, Mary Dalva Proença foi a primeira mulher a disputar a prova. O Brasil ainda teve representantes em 1960 (Fernando Ribeiro), 1976 e 1980 (Milton Machado), 1984 e 1988 (Angela Medonça), 1992 (Silvana Neitzke) e 2000 (Cassius Duran e Juliana Veloso).


Expectativa para o Pan e para as Olimpíadas


Para os Jogos de 2007, no Rio de Janeiro, o Brasil pode sonhar, mas sem muitas ambições, já que canadenses, americanos e, com menor freqüência, os mexicanos costumam enviar equipes muito fortes para a competição. Mas, como já houve surpresas, como a prata na plataforma e o bronze no trampolim de 3m de Juliana Velloso, em Santo Domingo, em 2003, há esperança de pelo menos um pódio.


No masculino, César Castro e Cassius Duran continuam firmes nos treinamentos e evoluindo demais, inclusive com boas performances atualmente. César ficou em sétimo no trampolim de 3 metros no último Mundial, em 2005, no Canadá, o que representa muito para o esporte. Além disso, os dois saltadores chegaram em oitavo na prova do trampolim de 3 m sincronizado, o que também entrou para a história.


Destaque no Brasil


César Castro e Juliana Veloso “brigam” pelo posto de craque da atualidade nos Saltos Ornamentais do Brasil. “Juju”, como é conhecida, é a única saltadora brasileira a disputar uma final de Mundial e a ganhar uma medalha pan-americana – prata e bronze em Santo Domingo.


Já César terminou em sexto lugar no trampolim de 3 metros da Super Final do Grand Prix, em novembro de 2006, no México confirmando sua ascensão no momento.