Softbol ainda engatinha nos campos brasileiros


As primeiras jogadoras brasileiras de softbol surgiram na década de 70. Nos 80, em amistosos no Uruguai, as brasileiras conheceram o modo fastpitch (campo rápido) e passaram a adotá-lo desde então. Foi a partir daí que o número de praticantes aumentou bastante, assim como a quantidade de jogos de intercâmbio com equipes de outros países.
Há 120 clubes de beisebol no país, sendo que a maioria conta também com times de softbol. Para se ter uma idéia das dificuldades encontradas pelos esportistas da modalidade no Brasil.
Expectativa para o Pan e as Olimpíadas 2008
A seleção brasliera não conseguiu a classificação para o torneio dos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo 2003. Ir às Olimpíadas ainda é um sonho distante. Em solo tupiniquim, a maioria das atletas de softbol é de descendentes de japoneses, já que no país do Sol Nascente o esporte é altamente difundido.Considerando o atual quadro do softbol brasileiro, é improvável que a seleção consiga uma medalha no Pan ou a classificação para os jogos de Pequim.
Principal atleta no Brasil
O grande destaque do softbol feminino no Brasil é a receptora Márcia Mizushima, de 26 anos, que faturou o prêmio Prêmio Brasil Olímpico de 2006 na categoria softbol. Campeã da Taça Brasil de Softbol Feminino Adulto em Arujá (SP), competição na qual foi escolhida a melhor atleta, Marcia integra a seleção olímpica permanente do Brasil, na posição de receptora.