
Uma das menores ilhas do Caribe, Barbados se destaca mais pelo turismo e pela sua cultura tropical do que propriamente pela excelência de seus atletas. Num país onde o esporte nacional é o críquete (que não é disputado no Pan), medalhas olímpicas e pan-americanas podem ser contadas nos dedos. Ao longo de suas participações no Pan, o país obteve, até hoje, apenas nove medalhas, nenhuma de ouro. Foram seis pratas e três bronzes.
Na história do Pan, Barbados tem somente seis participações. Sua estréia na competição aconteceu em 1963, nos Jogos de São Paulo, de onde saiu com três medalhas de bronze. Após os Jogos de Cali, na Colômbia, em 1971, ficaria 28 anos sem comparecer aos Jogos. Seu retorno aconteceu em 1999, em Winnipeg, no Canadá, onde conquistaria a terceira medalha de prata de sua história e o quinto bronze.
Nos Jogos de Santo Domingo, em 2003, terminou em 26.º lugar, com apenas uma medalha de bronze, conquistada pela corredora Andrea Blacket, nos 400m com barreiras.
Com seus atletas mais renomados já na casa dos 30 anos, casos dos velocistas Obadele Thompson e Andrea Blackett, são poucas as apostas de Barbados em termos de medalhas no Rio-2007.
A maiores chances estão no atletismo e na natação, esportes nos quais o país tem obtido os melhores resultados nos últimos anos. O jovem nadador Bradley Ally, que em 2007 estará completando 20 anos, é a principal esperança de um pódio para os barbadianos.
As chances de medalhas ficam ainda mais reduzidas, por que o país disputa poucas modalidades. Entre as principais, figuram o atletismo, tiro, natação, ciclismo, boxe e ginástica.

