
A estréia do Peru nos Jogos Pan-Americanos foi promissora. O país participou da primeira edição, em 1951, e saiu dela com a sétima melhor campanha, conquistando duas medalhas de ouro. Nova boa fase só voltou a ocorrer pela força do vôlei feminino entre 1967 e 1987. Por 20 anos, as peruanas e as cubanas mandaram na modalidade dentro do continente. Em Jogos Pan-americanos, as cubanas sempre ficaram com o ouro e as peruanas com o a prata.
Porém, ouro mesmo o país só voltaria a ver no atletismo, com a velocista Edith Noeding, em 1975, na Cidade do México, e com o atirador Carlos Hora, em Caracas, na Venezuela, em 1983. Depois, passaram-se 20 anos para que outro atleta levasse um ouro para o Peru. Desta vez foi com o carateca Alexis Carbajal.
A conquista de Carbajal no Pan de Santo Domingo (2003) desencadeou no Peru uma febre pelo caratê. Com incentivo financeiro, a Federação da modalidade se estruturou e passou a trabalhar uma seleção permanente. Os resultados apareceram ao longo destes quatro anos. O Peru ganhou medalhas em torneios regionais e sul-americanos, e vem credenciado para conquistar um pódio no Pan-2007. O medalhista de ouro Alexis Carbajal, não poderia ser diferente, é o principal nome do time de caratê peruano que desembarca no Rio em 2007.


